Sindicato provoca instabilidade com trabalho da GCM em eleições

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O presidente do Sindicato da Guarda Civil Municipal (Sindguarda), Rubens Carmo Bueno, diz que o efetivo da corporação não tem competência para atuar em trabalho durante as eleições deste domingo (7), devendo todo o pessoal ser retirado da escala. Comunicado nesse sentido foi feito à Prefeitura pela entidade. A requisição para o trabalho partiu da Justiça Eleitoral, que necessita da presença da corporação junto às escolas onde estão as seções eleitorais.


Diante do fato ocorrido no final da tarde desta quinta-feira (4), nas vésperas das eleições, o secretário de Segurança Pública e da Defesa Civil, Francisco Alves da Silva, comunicou à Justiça Eleitoral sobre a notificação do sindicato. O Ministério Público Eleitoral encaminhou recomendação ao presidente da entidade dando conta que a corporação deve cumprir com a sua função constitucional, dando segurança às escolas sob pena de os faltosos e o sindicato serem responsabilizados pela prática de ato de improbidade administrativa. Eventual medida pode resultar até em perda do cargo público.


O secretário de Assuntos Jurídicos, Daniel de Campos, esclareceu que o descumprimento da escala por parte dos guardas acarretará ainda em providência de instauração de procedimento disciplinar contra os faltosos junto à Corregedoria da GCM, o que poderá acarretar punição na esfera administrativa – inclusive com a perda do cargo.


A Prefeitura de Limeira reitera a convocação para que todos os guardas municipais cumpram o dever do trabalho para os quais foram requisitados, segundo a escala feita pelo comando da GCM, evitando dessa forma prejuízo ao procedimento eleitoral e à segurança dos cidadãos.

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